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Adão Zina

“Quero humanizar as pessoas através da minha escrita”, Adão Zina

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Adão Zina nasceu há 37 anos, em Luanda. Embora seja licenciado em Contabilidade e Gestão, é nas lides literárias onde tem deixado maior registo da sua existência. Poeta e prosador, o escritor levartiano conta com dois poemários publicados.

É na escola da igreja que frequentava, em criança, onde através de textos bíblicos cultivou o hábito e o gosto pela leitura. Anos mais tarde, já na adolescência, tornou-se num exímio apreciador de banda desenhada. E, em casa, para desafiar a irmã, lia o que encontrava na estante.

Em novembro de 2016, na União dos Escritores Angolanos, publicou o poemário O Sentimento na Escrita, sob a chancela da Editora do Carmo. A compilação de poemas traz à sua realidade interna temáticas relacionadas com o amor.

Mais recentemente, o poeta do amor tem na calha O Gravador de Sentimentos, sobre o qual revelou alguns detalhes à BANTUMEN.

Fala-nos sobre o teu mais recente livro, O Gravador de Sentimentos.


O Gravador de Sentimentos é o meu segundo livro de poemas que, numa primeira fase, sai no formato digital (e-book), sob a chancela da “Marco Editorial”. É um conjunto de 60 textos, e traz memórias e vivências minhas e de pessoas que me são próximas. Nele, retrato o amor de várias formas.

Com esse livro que mensagens pretendes transmitir aos teus leitores?

Quero passar a mensagem de como o amor pode transformar e curar vidas, mostrar ao público-leitor o poder terapêutico que a escrita pode desempenhar na vida de qualquer ser humano.

Para quando o evento de lançamento desse livro em Angola?

Encontro-me a tratar dessa questão com a editora. Cá em Angola, acredito que o evento de lançamento só será possível no próximo ano. E como sempre, vamos procurar oferecer um evento bonito aos leitores.

O que de tão sublime pretendes fazer com a tua arte?

Quero humanizar as pessoas através da minha escrita.  Eu escrevo para ser lido e dizer aos que me lêem que, na vida, tudo é possível.

Que sonho desejas realizar na literatura?

Desejo ser lido hoje e pelas gerações vindouras, estar nos anais da Instituição Literatura Angolana. E, como alguém que acredita no poder do livro, auguro ver as minhas obras a circularem por toda essa Angola profunda.

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