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África marca território no metaverso com a Ubuntuland

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A empresa sul-africana de tecnologia digital, Africarare, criou o primeiro metaverso africano, Ubuntuland, que combina criatividade, criptomoeda e comércio. O objetivo é desbloquear a criatividade africana e conectar o continente à economia digital global. 

Africarare conectará a África com esta arena em expansão da economia global, estimulará o crescimento e criará vários novos empregos, como designers digitais, criadores e arquitetos”, declarou Mic Mann, co-fundador e CEO da Africarare

Segundo a TechCabal, esta experiência de realidade virtual 3D alimentada pela blockchain Ethereum esgotou a sua coleção estreia de arte de Token não fungível (NFT), reunindo cerca de cinquenta mil dólares. 

Recentemente, segundo um comunicado publicado no seu site, a Africarare tem planos de comercialização das suas terras virtuais,

O grupo MTN, a maior empresa multinacional de telecomunicações móveis da África anunciou no dia 28 de fevereiro que comprou terras virtuais no metaverso Africarare Ubuntuland, sendo assim a primeira empresa africana a fazê-lo.

De acordo com o comunicado de imprensa publicado no seu site, o grupo comprou um total de 144 terrenos virtuais por uma quantia não divulgada. 

A executiva de marketing do grupo, Bernice Samuels, declara que esta aquisição é “um momento emocionante para nós, pois levamos as empresas no continente a entrar no mercado metaverso.”

Embora o comunicado não avance detalhes sobre o se que pretende fazer com o espaço virtual comprado, a entrada no metaverso – no momento em que a multinacional transita de uma empresa de telecomunicações para uma empresa de tecnologia – é para Bernice Samuels a base da “nossa estratégia Ambition 2025 – alavancar tendências que ampliem as experiências digitais e o engajamento dos consumidores. Sempre estivemos na vanguarda das mudanças tecnológicas e digitais e continuamos atentos às excitantes oportunidades que o metaverso nos apresenta a nós e aos nossos clientes”, acrescentou.

A agência sul-africana de estratégia publicitária, Marketing e comunicações, M&C Saatchi Abel também foi a primeira agência africana a entrar no metaverso. 

A Ubuntuland, desenvolvida pela Africarare, e, agora, pelo grupo MTN e a M&C Saatchi Abel, será terreno fertil para a divulgação da arte, moda, desporto, entretenimento, tecnologia e criatividade do continente africano. 

Serão disponibilizados apenas 204.642 lotes de terra virtual, compostos de diferentes tamanhos de aldeias em vários centros comunitários. 

Os futuros proprietários de terrenos vão poder personalizar os seus espaços terrestres em 3D, como hospedar lojas, produzir recursos, alugar serviços virtuais e desenvolver jogos ou outras aplicações. 

A moeda na Ubuntuland será o token $UBUNTU e estará disponível a partir do final deste ano. Na Africarare tudo poderá ser comprado, vendido ou negociado com tokens $UBUNTU e Ether.

A Africarare vai também mostrar a criatividade africana prolifera através de duas galerias: a galeria Mila (“tradição”, em Suaíli), já inaugurada, que receberá coleções com curadoria de alguns dos principais artistas da África e a galeria Inuka (“ascensão”, em Suaíli) que irá expor obras de artistas africanos emergentes no final de 2022. Ambas as galerias vão expor, de forma contínua, peças de arte que poderão ser vendidas como NFTs. 

Países como a África do Sul, a Nigéria e o Quênia já miram o uso da tecnologia blockchain no futuro.

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