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Jada Smith
Foto: Jay L. Clendenin / Los Angeles Times via Getty Images

O que é a Alopécia, condição de que sofre Jada Pinket Smith

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Por esta altura, meio mundo descobriu uma nova palavra do dicionário clínico: alopecia. A condição de que sofre a atriz e apresentadora norte-americana Jada Pinket Smith é mais comum do que parece e afeta uma boa parte da população, entre crianças, homens e mulheres.

Caracterizada pela perda repentina de cabelo ou de pêlo de qualquer parte do corpo, é um distúrbio causado por uma interrupção no ciclo de crescimento do cabelo e a sua forma mais comum é a calvície.

As causas da condição clínica podem ser variadas, sendo que as mais comuns são a hereditariedade; hormonas masculinas; traumas na região capilar em causa; má alimentação, que leva à falta de vitaminas; stress; quimioterapia; entre outras.

Um dos tipos de alopecia mais conhecidos entre as mulheres da comunidade negra é a de tração, que acontece quando a raiz do cabelo é continuamente puxada para a realização de tranças ou rabos de cavalo apertados, o que pode conduzir a danos irreversíveis nos folículos (cavidade em forma de saco onde está localizada a raiz do cabelo).

Contudo, há vários outros tipos, como a alopecia androgenética, de origem genética e que é o tipo mais comum de queda de cabelo. Com os primeiros sintomas a aparecerem durante a adolescência, o problema ganha maior proporção entre 40 e 50 anos, sendo que nas mulheres, a região central é mais afetada (calvície de padrão feminino). Nos homens, as falhas nas entradas e no topo da cabeça são as primeiras zonas afetadas.

Jada Pinket Smith terá desenvolvido a alopecia areata, uma doença autoimune, em que células ao redor do folículo capilar o atacam e impedem a produção de novos fios. Isso costuma causar falhas em formatos arrendados não apenas no couro cabeludo, como na barba, pestanas e sobrancelhas. A condição é mais comum em pessoas jovens, principalmente abaixo dos 20 anos. A alopecia areata pode estar associada a fatores genéticos, reações no sistema imunológico causadas por micro-organismos e stress. Doenças como lúpus e vitiligo também podem estar relacionadas. 

O tratamento depende do diagnóstico, realizado por um dermatologista ou por um tricologista, e pode incluir antibióticos ou suplementos alimentares.

Para quem a condição se tornou num problema de auto-estima, visto que a perda de cabelo pode ser repentina e em grande escala, há quem recorra a implantes capilares, contudo, cada situação é um caso clínico diferente e deve ser avaliada por um médico ou especialista.

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