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Foto cortesia Instagram © Guenny Kpires

Primeira edição do Djarfogo Cine Fest em Cabo Verde com Danny Glover

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A ilha do Fogo, em Cabo Verde, acolheu nos dias 9 e 13 de Novembro, o seu primeiro Festival Internacional de Cinema  “Djarfogo International Film Festival” que passou a ter a característica de um evento anual.

O evento, que teve início em Chã das Caldeiras (Ilha do Fogo) e terminou na cidade de São Filipe, teve a duração de cinco dias e foram rodados mais de 100 filmes e contou com a participação de vários cineastas internacionais.

Com o lema, “Promoção da Identidade da Cultura Através do Cinema”, o Djarfogo Cine Fest foi idealizado pelo cineasta cabo-verdiano e professor de Media Digital Guenny K. Pires e produzido pela Txan Film Productions & Visual Arts, em parceria com Gordo Soul, CaptVRAPires, Visual Artist, OB ‘Media e PBS / Associação Criatura.

Apesar da fraca adesão de cineastas cabo-verdianos e da necessidade de se melhorar a qualidade dos filmes produzidos naquela região, o “Djarfogo Cine Fest” foi prestigiado com a presença do ex-Presidente de Cabo Verde Pedro Pires na cerimónia de abertura e contou com uma lista de convidados que incluiu  o aclamado ator Danny Glover (Embaixador da Boa Vontade da UNICEF) e o diretor e ator c, fundador do Pan African Film Festival.

Homenagens póstumas

Foram homenageadas, as seguintes lendas do cinema negro:

Makena Diop – Foi um dos  atores mais prestigiados do Senegal e atuou nos principais filmes da história do cinema africano. 

Zózimo Bulbul, que foi ator, cineasta e ativista brasileiro fundador do Cinema Negro Brasil África e Caribe- Bulbul foi um proeminente defensor da cultura afro-brasileira no cinema brasileiro e na sociedade em geral. 

Outro grande momento foi a homenagem feita pela “Djarfogo International Film Festival (DIFF)  ao cineasta local e proprietário da primeira sala de cinema da Ilha do Fogo, Sr. Rolando Lima Barber.

Com eventos do género, a organização pretende despertar os amantes do cinema para a produção cinematográfica digital de jovens africanos desfavorecidos, em particular Foguenses e Cabo-verdianos, e oferece oportunidades para aprender o ofício da narrativa visual, registar as suas histórias e conhecer o cinema mais profundamente como a arte significativa mais crucial.

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