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PowerList BANTUMEN

Estas são as Personalidades Negras Mais Influentes da lusofonia

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A BANTUMEN, em parceria com as plataformas Mundo Negro e Inventivos, do brasil, Balai CV, de Cabo Verde, Nô Balur, da Guiné Bissau, entre outras parcerias sociais, acaba de divulgar a Power List das 100 Personalidades Negras Mais Influentes da Lusofonia. A iniciativa foi criada em conjunto ainda com a EGEAC (Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural, em Lisboa).

O evento de apresentação oficial desta primeira edição, cuja lista completa pode ser consulta aqui, aconteceu no Teatro são Luiz, em Lisboa, nesta segunda-feira 13, conduzido pela comunicadora e locutora de rádio Yolanda Tati.

No emblemático espaço estiveram reunidas cerca de 120 pessoas, entre nomeados, artistas, imprensa e outros convidados, que puderam assistir a duas declamações empoderadas da poetisa Alice Sousa e de uma curta mas emocionante atuação de Dino D’Santiago.

As personalidades selecionadas, através sua arte, ofício ou associativismo, promovem a excelência nas suas respetivas áreas de atuação, bem como impulsionam um sentido de representatividade e de pertença entre a comunidade negra lusófona.

Numa iniciativa que tem como objetivo dar importância à lusofonia num sentido circular, torna-se importante desconstruir a narrativa que tende a colocar Portugal sempre no topo da pirâmide, como emissor de informação e influência em todos os quadrantes sociais, sobretudo em relação aos PALOP. “É em parte graças às novas gerações que o caminho começa agora a ser feito ao contrário e com base no que as gerações passadas começaram a erguer. Estas 100 pessoas homenageadas são apenas um pequeno número representativo da excelência entre esta comunidade e que merece ser conhecida do grande público”, afirma Vanessa Sanches, co-fundadora da plataforma digital.

“A BANTUMEN tem estado presente em vários eventos a nível internacional, sobretudo no campo artistico, e um dos principais feedbacks que temos tido é que não é fácil ter acesso ou sequer saber quem são estes profissionais porque não há divulgação nem promoção dos seus trabalhos, ou o que existe ainda é muito vago, seja a nível nacional ou da própria comunidade lusófona. Por isso, com este tipo de iniciativas, estamos a assumir essa responsabilidade e papel de difusor do talento negro lusófono”, acrescenta.

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