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Germano Almeida, "contador de histórias", escreveu já mais de uma dúzia de livros e vive no Mindelo, S. Vicente, 28 de maio de 2008. (ACOMPANHA TEXTO) OMAR CAMILO/LUSA

Germano de Almeida. O Prémio Camões vai para Cabo-Verde

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No ano em que se comemora o 30.º aniversário do prémio literário, o vencedor é um escritor africano. Germano de Almeida, nascido em Boa Vista, Cabo-Verde, em 1945 escreve sobre a realidade caboverdiana com humor e satírica. O Fiel Defunto, foi a sua ultima obra publicada.
Germano de Almeida licenciou-se em Direito pela Universidade de Lisboa. Para além da escrita, é advogado na ilha de São Vicente, Cabo-Verde, foi também deputado eleito pelo Movimento para a democracia de Cabo Verde e exerceu o cargo de Procurador-Geral da República de Cabo Verde.
Há quatro anos que o prémio não era atribuído a um escritor africano, deambulava entre Portugal e Brasil. O seu primeiro romance foi O Testamento do Senhor Napumoceno da Silva Araújo, teve os direitos vendidos para vários países e foi adaptado ao cinema por Francisco Manso.
Os jurados desta edição foram compostos por júris de países lusófonos como, Angola, Cabo-Verde, Brasil e Portugal. O Prémio Camões, que é dos mais importantes a nível literário da língua portuguesa, foi criado por Portugal e pelo Brasil em 1989, e tem um valor de 100 mil euros.

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