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o transporta para o coração do Oceano Atlântico | DR
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Mansa, este é o recém inaugurado hub criativo de arquitetura futurista no Mindelo

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“Arquitetura futurista, um destino idílico que o transporta para o coração do Oceano Atlântico, Mansa Floating Hub não é apenas um centro de entretenimento. É o centro cultural de toda a África e da diáspora”. Esta é a descrição do novo hub criativo cabo-verdiano, cuja arquitectura futurista flutua em águas mindelenses, na ilha de São Vicente.

Primeiro projeto do género, construído em África, a embarcação flutuante é constituída por um conjunto de três edifícios de diferentes dimensões, que integram uma grande sala polivalente, um estúdio de gravação profissional e um bar.

A inauguração, dia 14 de agosto, contou com a presença do Primeiro-Ministro Ulisses Corrreia e SIlva, e de vários artistas de renome nacional e internacional, como Akon, Mayra Andrade, Josslyn, e vários outros. Entre os presentes esteve ainda o magnata nigeriano Samba Bathily, promotor e investidor do ambicioso empreendimento.

Inspirada nos recursos culturais e ambientais de Cabo Verde, o empreendimento foi projetado e construído pelo famoso arquiteto Kunlé Adeyemi, e é uma adaptação do MFST (Makoko Floating System), um sistema modular e pré-fabricado de madeira flutuante, cuja infraestrutura funde-se na paisagem natural.

O Mansa Floating Hub quer ser um ponto de encontro entre criativos africanos, do continente e da diáspora, e membros influentes da indústria da cultura, para partilha de conhecimento e desenvolvimento económico e turístico de Cabo Verde, em particular, e africano, em geral.

Para Ulisses Correia e Silva, citado pelo nosso parceiro Balai.cv, o investimento “abre uma nova porta para integrar Cabo Verde em África” e é também uma “boa oportunidade para os artistas e criativos partilharem experiências nas áreas do teatro, da música, da dança e para promoverem-se e promover Cabo Verde e ainda criar mais oportunidades para músicos locais e do continente”.

Para Bathily, Cabo Verde “representa uma encruzilhada entre o Africano e a Diáspora. Antigamente, os escravos deixavam a África a partir de Cabo Verde. Foi por essa razão que construímos o Estúdio Flutuante do Mindelo. É muito significativo, porque, primeiro, o africano partiu de barco e agora queremos que todos voltem pelo mesmo barco, mas desta vez alegremente, através da música e do entretenimento, desenvolvendo a economia e o turismo. Pode ser significativo construirmos tudo isso junto em África”, podemos ler no site Cabo Verde Trade Invest, que cita o empresário.

A perspetiva de Bathily sobre o setor do entretenimento africano é baste objetivo: “A razão pela qual decidi investir na música, que é, na verdade, parte da indústria criativa, é porque até agora tem-se considerado a música e a indústria criativa como entretenimento. Devemos compreender que a indústria criativa é um negócio. Este é o próximo nível a que a nossa África deve chegar. Por exemplo, se tomarmos os EUA como exemplo, a indústria criativa gera cerca de 763 biliões de dólares. Representa mais do que os sectores dos transportes e do armazenamento nos EUA. Nós, como africanos, nascemos criativos e é uma das nossas vantagens competitivas.”

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