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MIL, Rincon Sapiência e ciclo de conversas O Lado Negro da Força marcam a rentrée da Casa do Capitão

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Arranca forte a nova temporada de concertos da Casa do Capitão em Lisboa. O espaço localizado no Hub Criativo do Beato recebe, ainda em setembro, mais uma edição do festival MIL, com espectáculos a decorrerem, em vários horários, de 15 a 17 do mês de setembro.

Antes disso, a casa abre as portas a novos moradores para dois dias de concertos e mercado promovidos pela Casa Tigre, que traz os Anjos ao Beato (11 e 12 setembro). Alinhados para esse fim-de-semana estão as actuações de Manuel Cruz(solo), RAY (solo), Senhor Vulcão ou The Legendary Tigerman feat. Cabrita. A dia 23 de setembro sobe a palco o novo disco de Joana Espadinha e, a 30, Tomás Adrião, para uma performance que contará com as participações de Cláudia Pascoal, Elisa e LEFT. Fechar o mês com o aguardado regresso aos palcos lisboetas de Bruno Pernadas e para o seu mais recente, Private Reasons, editado no arranque deste ano. 

Para o mês de outubro, dois destaques: a energia inesgotável dos Kumpania Algazarra, big band essencial da história da música portuguesa dos últimos anos e a apresentação do novo disco de Rincon Sapiênica, Mundo Manicongo: Dramas, Danças e Afroreps.

Espaço comprometido com a multidisciplinariedade, a programação de rentreé da Casa do Capitão integra ainda o ciclo de conversas O Lado Negro da Força, a ter lugar todos os domingos de setembro e o Mercado Anjos70 | Pop-up. No campo das exposições, ficará patente, entre 9 e 26 de setembro, a colectiva “Concreto e Particular” com a curadoria de Carolina Pelletier Fontes. Uma mostra que convida o público a descobrir os cantos à casa através de obras que exploram fragmentos do que em tempos habitou cada uma das divisões deste edifício localizado na antiga zona industrial de Lisboa. A exposição integrará trabalhos de Beatriz Coelho, Gabriel Ribeiro, Heron Nogueira, Francisco Correia, Francisca Aires Mateus, Francisco Trêpa e Maria Ribeiro. A partir de 19 setembro, é a vez da Fungo tomar conta dos espaços da Casa com uma composição expositiva que resume a natureza do seu trabalho enquanto coletivo. 

Entre setembro e outubro haverá ainda um intenso cardápio de oficinas propostos pela Apigmenta, com propostas na área do desenho e outras artes plásticas. Último destaque para o workshop de fotografia de rua com Vitorino Coragem. 

De realçar que a BANTUMEN vai estar presente no MIL, no formato convenção, nos dias 15 e 17, no Hub Creativo do Beato, em Lisboa. O evento dedica-se à descoberta, promoção, valorização e internacionalização da música urbana. O objetivo principal da convenção passa sobretudo por antecipar futuras tendências e provocar o debate sobre as questões que determinam o futuro dos setores da música e da cultura.

No dia de estreia do evento, 15, a BANTUMEN vai sentar-se à mesa com outros players do universo dos meios de comunicação alternativos em Portugal, para debater sobre como o jornalismo cultural pode ser fulcral para lutar contra a crescente popularidade das forças populistas. Os relatos serão de “quem resiste, na arte, na rua e no espaço digital, procurando compreender o papel das redes de cooperação, de criação e de mobilização na transformação da sociedade, bem como do papel das artes nos contextos locais em que se inserem”. 

No dia 17, às 12h, a BANTUMEN vai conduzir duas apresentações, a primeira sobre a revista digital e que incide sobre o poder da comunidade negra na esfera social e no papel dos meios de comunicação enquanto disruptores de narrativas enviesadas. A apresentação será liderada por Vanessa Sanches, e seguir-se-à Eddie Pipocas que vai elucidar sobre o papel da BANTUMEN enquanto ferramenta fundamental na catalogação e promoção de artistas de descendência africana em Portugal, contribuindo também na ascensão de vários newcomers.

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