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Vânia Doutel Vaz / Foto: Tiago Mourão
Vânia Doutel Vaz / Foto: Tiago Mourão

“O Elefante no Meio da Sala” de Vânia Doutel Vaz

Até domingo, 27, vais poder assistir ao primeiro solo da coreógrafa e bailarina Vânia Doutel Vaz, intitulado de “O Elefante no Meio da Sala”, integrado no Alkantara Festival, no TBA (Teatro do Bairro).

A expressão “há um elefante no meio da sala” sugere a ideia de que na presença de um elemento óbvio este possa ser ignorado. Elefantes que trago comigo, elefantes que o público traz consigo e ainda aqueles que surgem na relação entre observantes e sujeitos a uma observação. Então o que há aqui que não ousamos dizer ou com que somos incapazes de lidar? E sendo esse elefante fragmentado e plural, entre tanta gente aqui, quantas possibilidades poderão surgir? 

Ver, sentir, ignorar, desviar e então ver outra coisa, tocar outra coisa, dançar por distintas matérias geram aqui uma atenção e prática em direção a alternativas. Questiona-se e viabiliza-se o que ali poderá estar. Multiplicidade em oscilação, possibilidades em resiliência.

Cada pessoa ou ciência, cada experiência ou teoria tentarão definir o que aqui está ou surgirá. Ainda assim, e por isso, tanto irá escapar.

Estas são questões que pulsam n’O Elefante no Meio da Sala e com as quais elefantes habitam e dialogam, que podem ser respondidas (ou não) durante o fim de semana, na sala principal do TBA, com o custo de 12€ para adultos e 5€ para menores de 25 anos.

Vânia é angolana nascida em Setúbal, em 1985. Estudou ballet e dança moderna dos 5 aos 18 anos. Desde então trabalha como intérprete e criadora de dança e colabora com companhias de teatro e outros projetos no apoio ao movimento.

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