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Os artigos mais clicados da semana | 12 a 18 dez

2021 está na sua reta final e não haveria melhor forma de o terminarmos se não homenageando algumas das personalidades negras mais influentes da lusofonia. O artigo onde a BANTUMEN apresenta a iniciativa foi o mais lido dos últimos sete dias. Segue-se o lançamento da música “Kandongueiro Voador”, de Satélite com Paulo Flores; a distinção da Rumba Congolesa a Património Imaterial da Humanidade; a exposição “A Mecânica do Efémero” de 12 artistas angolanos e Gisela Casimiro e, por fim, o anúncio de “Visto Permanente” um projeto artístico colaborativo em exposição no Casal da Boba (Amadora, Portugal).

1 – Estas são as Personalidades Negras Mais Influentes da Lusofonia

BANTUMEN, em parceria com as plataformas Mundo Negro e Inventivos, do Brasil, Balai CV, de Cabo Verde, Nô Balur, da Guiné Bissau, entre outras parcerias sociais, acaba de divulgar a Power List das 100 Personalidades Negras Mais Influentes da Lusofonia. A iniciativa foi criada em conjunto ainda com a EGEAC (Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural, em Lisboa).

O evento de apresentação oficial desta primeira edição, cuja lista completa pode ser consulta aqui, aconteceu no Teatro são Luiz, em Lisboa, nesta segunda-feira 13, conduzido pela comunicadora e locutora de rádio Yolanda Tati.

No emblemático espaço estiveram reunidas cerca de 120 pessoas, entre nomeados, artistas, imprensa e outros convidados, que puderam assistir a duas declamações empoderadas da poetisa Alice Sousa e de uma curta mas emocionante atuação de Dino D’Santiago.

2 – DJ Satélite em “Kandongueiro Voador” com Paulo Flores e Demented Soul

“Kandongueiro Voador” é o novo hit song do DJ e Produtor angolano Satélite, que estreou-se nas plataformas de streaming esta sexta-feira, e com destaque na playlist New Music Friday, Spotify, na África do Sul.

DJ Satélite traz-nos um Afro House onde conta com a participação do mestre do semba Paulo Flores, que canta sobre problemas, saudades e sonhos. A música também conta com a colaboração do DJ e Produtor sul-africano Demented Soul.

3 – Rumba Congolesa é oficialmente Património Imaterial da Humanidade

A pedido do Congo Democrático e da República do Congo, a Rumba Congolesa acabou de integrar a lista da UNESCO como Património Imaterial da Humanidade. A aprovação do pedido despertou uma onda de comoção e entusiasmo na classe artística e nas duas repúblicas congolesas.

A agência das Nações Unidas para Cultura, Educação e Ciência, UNESCO acaba de incluir o estilo musical à lista de património imaterial da humanidade depois de 80 anos da sua criação e de ter ganhado popularidade em todo o continente africano nos anos ’60 e ’70.

As nomeações foram decididas no comité intergovernamental da UNESCO, dedicado à proteção do património e que está a realizar-se online de 13 a 18 de dezembro.

4 – “A Mecânica do Efémero” une obras de artistas angolanos a textos de Gisela Casimiro

A Mecânica do Efémero é uma exposição colaborativa dos artistas angolanos Kiluanji Kia Henda, Damara Inglês, Délio Jasse, Rui Magalhães, Sofia Yala e Flávio Cardoso, patente em Lisboa, na Galeria Filomena Soares, em Lisboa.

O projeto “parte da ideia de arte enquanto mecanismo que nos permite viajar por diferentes temporalidades, através de uma abordagem que muitas vezes recorre à fantasia, mas onde a imaginação se torna uma importante aliada de questionamentos históricos e sócio-políticos”, podemos ler no comunicado de imprensa enviado à redação da BANTUMEN.

5 – “Visto Permanente” no Casal da Boba com 12 artistas imigrantes

Ainda há alguns dias a Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa recebia a notícia – há anos aguardada – sobre o acordo de mobilidade entre os Estados membros, que pode representar uma mudança significativa na relação social, económica e financeira das suas populações, à semelhança do que acontece com o acordo Schengen da União Europeia. Não vamos falar aqui sobre esse acordo em particular, mas sobre “Visto Permanenteum projeto artístico multidisciplinar em exibição no Casal da Boba (Amadora, Portugal) que retrata a experiência de 12 artistas imigrantes em Portugal.

Com o seu início em São Paulo, “Visto Permanente”, reflete sobre a transformação dos fluxos migratórios para exigir umaa reconstrução dos discursos sobre as identidades migrantes e sobre a própria identidade das cidades por onde passa, considerando as novas comunidades e culturas que têm uma presença inalienável na cidade.

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