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Paula Nascimento | ©Osmar Silvério
Paula Nascimento | ©Osmar Silvério

Paula Nascimento é uma das curadoras da Bienal de Lumumbashi

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É já a 6 de outubro que começa a sétima edição da Bienal de Lumumbashi, um dos principais eventos artísticos da República Democrática do Congo. Sob a direção do atelier Picha [que em swahili significa imagem], este ano o certamente conta também com Paula Nascimento como parte do coletivo de curadores associados.

Com o tema “ToxiCity” [numa referência às palavras tóxico e cidade], a Bienal de Lumumbashi – considerada um dos eventos artísticos mais dinâmicos e experimentais do continente africano – explora a criação contemporânea da cena artística na República Democrática do Congo e no mundo.

O tema leva à interrogação e reflexão sobre a toxicidade como uma “condição de existência que afetou inextricavelmente os mundos sociais” com uma “visão crítica e transformadora do ambiente social e cultural, em Lubumbashi e no mundo”. Assim como sobre a “ligação entre a vida contemporânea no cenário urbano pós-colonial de Lubumbashi e mais amplamente no Sul Global urbano, e o impacto de uma série de processos industriais, econômicos, ecológicos, sociais e culturais que historicamente contribuíram, para o bem e para o mal, para a forma e a dinâmica da vida urbana nesta e em outras partes do mundo hoje”, podemos ler na apresentação do evento, no site da organização.

Os curadores que assinam o evento são a angolana Paula Nascimento, a italiana Lucrezia Cipitelli, o português Bruno Leitão, o cubano René Francisco Rodríguez, o sul-africano Mpho Matsipa, bem como o nigeriano Ugochukwu- Smooth C. Nzewi que foi escolhido como conselheiro curador do evento.

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