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Phedilson Ananás

Entusiasta do boom bap, trap e agora do drill, Phedilson prepara “2 Balas”

Phedilson volta aos lançamentos já nesta sexta-feira 24, com “2 Balas”. A música tem produção de Samuel Beats e o videoclipe vai também ser lançado no mesmo dia no YouTube, com a assinatura de Mr. Prayze.

A curiosidade para ver e ouvir a nova obra de Phedilson é mais do que muita, sobretudo depois do react de Sued de Oliveira, onde diz: “Não é só um passeio de linhas para gerar reações estridentes, é também uma carta profunda de um artista que tenta resistir ao mundo e às mudanças que mais ninguém entende além dele próprio. Uma mistura muito interessante de várias perspectivas e abordagens que se misturam sem causar estranheza”.

O discurso em “2 Barras” reflete o interesse em o rapper agarrar a sua liberdade musical como reflexo de um comprometimento sem precedentes com a arte.

Produzida por Samuel Beats, a faixa chega ao público acompanhada de um videoclipe realizado pela Global Artes e editado por Mr. Prayze.

é a primeira faixa à solo agenda para lançamento está sexta-feira 24 de Junho pelo “rapper das províncias” que de forma muito trabalhada conquistou o seu lugar, já por muitos considerado incontestável no movimento Hip-Hop de Angola.

Phedilson encontra-se agora em estúdio a trabalhar com produtores como Beatoven, Madkutz, entre outros, bem como a criar novas colaborações com artistas de Portugal, Angola e Moçambique.

De realçar que os últimos projetos de Phedilson, muito bem acolhidos pela crítica, foram “Surra”, com Madkutz, “Preguiçoso (freestyle)” e o LP “#AVE” (que conta com artistas como Phoenix RDC, Dji Tafinha, um Skits de Valete e Sam The Kid). O rapper do Huambo volta agora com “2 balas”, um prenúncio do que vem aí a seguir.

Lembrando que, Phedilson apareceu pela primeira vez na BANTUMEN em 2015, quando lançou o projecto colaborativo “Dipanda“, com Mauro Feijó e o rapper S-Bruno. O EP comemorava os 40 anos da independência de Angola

Phedilson tem um poder lírico potente, apreciado por nomes bem conhecido do Hip-Hop lusófono, como Sam The Kid, Valete, Bob da Rage Sense, Kool Klever e MCK.

O seu primeiro grande passo foi inscrever o seu nome no cartaz de um show de MCK, na sua terra natal, Huambo, e onde curiosamente deixou-se levar pelo nervosismo e “congelou” no palco”, segundo contou o próprio artista à BANTUMEN.

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