Bina, A Descobridora do Índico

Eliana Silva

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Descrição

“Albertina Sultuane é Bina Bonita, a menina mais catita da ilha de Moçambique”. Na medida em que foi crescendo, Bina compreendeu que tinha nascido com uma singularidade que a fazia sobressair da maior parte dos seus amigos – o albinismo.

Quando Liam Smith – um turista com quem passou longas horas à conversa – lhe deixou um planisfério como recordação, a curiosa Bina decidiu que ia conhecer o mundo de bicicleta – e assim fez. A aventura começou num oceano de águas transparentes e passou pelo Brasil, França, Japão e Angola. Na sua longa viagem, Bina conheceu novas culturas e línguas, aprendeu História e Arte, descobriu lugares e sabores únicos e fez vários amigos, como Milu, uma criança albina angolana que a ajudou a compreender que, na verdade, todos somos únicos e especiais. Tal como muitos descobridores do mundo, a consciência de nós mesmos e o respeito pela diferença são o primeiro passo para uma vida feliz.”

“Bina, A Descobridora do Índico” pretende consciencializar os mais novos para o albinismo e promover a inclusão social dos portadores desta doença. De acordo com a Human Rights Watch, uma em cada mil pessoas na África Subsariana é albina. A discriminação acontece logo na escola (manifestando-se através do bullying ou da falta de adaptação das instalações à sua condição) e perdura até à vida adulta, com graves consequências no mercado de trabalho e nos comportamentos violentos de que são alvo.”

Detalhes

Editora: Plural Editores África
Edição: 07/2020
Dimensões: 149 x 210 x 4,63
Páginas: 64
Peso: 0.143 KG
ISBN: 978-989-611-752-8
Língua: PT/PT

Autor/a

Todos nós somos aquilo que vivemos. E a Eliana Silva não é excepção. Nascida em Lagos, Portugal, assume-se como uma lacobrigense de gema. Com um pai caracteristicamente alentejano e uma mãe irreverentemente angolana, teve o privilégio de usufruir do melhor que a lusofonia trouxe ao mundo, desde cedo.
Comunicadora por natureza, a autora nunca renunciou às suas origens, tendo então direccionado o início da sua carreira profissional para o acompanhamento mediático do mundo lusófono. Nesse seguimento, optou por se mudar para Maputo, em 2014, tendo desde então lutado por singrar no mundo da publicidade, activação de marcas e comunicação estratégica.
Irreverente, como a mãe, boa boca, como o pai, a Eliana vê na sua irmã mais nova a âncora que lhe permite sonhar, com os pés bem assentes no chão.
Portuguesa, de origem, com alma angolana, um amor intenso por moçambique, e uma paixão única pelo Brasil (daí a sua famosa expressão “Tenho corpo de bahiana, cérebro de paulista e alma de carioca.”), a Eliana dedica todo o seu tempo àquilo que a define melhor: contar histórias. E é assim que quer que as pessoas a revejam, como uma contadora de histórias. Independentemente do formato ou da área, acredita que aquilo que conecta as pessoas, as marcas ou os produtos são as histórias. Histórias essas que são baseadas em energias. Histórias essas que a definem.

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