Pequeno Manual Antirracista

Djamila Ribeiro

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Descrição

Autora: Djamila Ribeiro
Arte de Capa: Alceu Chiesorin Nunes
Editora: Companhia das Letras
Edição: 11/2019
Dimensões: 15.6 x 10.8 x 1.4 cm
Páginas: 136
ISBN: 9788535932874
Língua: PT/BR

Detalhes

Neste pequeno manual, a filósofa e ativista brasileira Djamila Ribeiro trata de temas como racismo, negritude, branquitude, violência racial, cultura, desejos e afetos.

Em onze capítulos curtos e contundentes, a autora apresenta caminhos de reflexão para aqueles que queiram aprofundar a sua percepção sobre discriminações racistas estruturais e assumir a responsabilidade pela transformação do estado das coisas.

Já há muitos anos se solidifica a percepção de que o racismo está arraigado na nossa sociedade, criando desigualdades e abismos sociais: trata-se de um sistema de opressão que nega direitos, e não um simples ato de vontade de um sujeito.

Reconhecer as raízes e o impacto do racismo pode ser paralisante. Afinal, como enfrentar um monstro desse tamanho? Djamila Ribeiro argumenta que a prática antirracista é urgente e dá-se nas atitudes mais quotidianas. E mais ainda: é uma luta de todas e todos. A obra é vencedora do Prémio Jabuti 2020 na categoria Ciências Humanas.

Autor/a

Djamila Taís Ribeiro dos Santos (Santos, 1 de agosto de 1980) é uma filósofa, feminista negra, escritora e académica brasileira. Pesquisadora e mestra em Filosofia Política pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Djamila tornou-se conhecida pelo seu ativismo na Internet, atualmente é colunista do jornal Folha de S. Paulo.

Foi apenas no final da adolescência, ao trabalhar na Casa de Cultura da Mulher Negra, que Djamila entrou em contato com autoras que a fizeram ter orgulho das suas raízes. Desde então, o diálogo com autoras como Chimamanda Ngozi Adichie, bell hooks, Sueli Carneiro, Alice Walker, Toni Morrison e Conceição Evaristo é uma constante. Muitos textos reagem a situações do quotidiano — o aumento da intolerância às religiões de matriz africana; os ataques a celebridades como Maju ou Serena Williams – a partir das quais Djamila destrincha conceitos como empoderamento feminino ou interseccionalidade. A autora também aborda temas como os limites da mobilização nas redes sociais, as políticas de quotas raciais e as origens do feminismo negro nos Estados Unidos e no Brasil, além de discutir a obra de autoras de referência para o feminismo, como Simone de Beauvoir.

 

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