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SANTANO Produções quer trabalhar no imaginário social sobre a comunidade negra

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O negócio do stream permitiu aos produtores independentes do mundo do entretenimento terem acesso às massas, de forma quase automática. Hoje, facilmente produções cinematográficas de boa qualidade conseguem atrair a atenção de uma audiência, sem precisarem estar em salas de cinema ou numa plataforma como Netflix.

É para isso que trabalha a SANTANO Produções, uma produtora da qual já falámos por aqui e que tem lançado episódios da sua mini-série “Tray São” no YouTube.

Em entrevista à BANTUMEN, os fundadores Henrique Sungo e Filipe Anjos, falaram-nos sobre como vêem a estas novas plataformas e sobre as mudanças de paradigma que ocorrem dentro da indústria do cinema .

É evidente a sincronia existente entre os dois produtores residentes em Londres, no Reino Unido. Ambos exibem orgulho nas decisões que foram tomando ao longo do percurso e nos riscos que correram para levar avante o projecto que, através das suas origens, tem como ponto de partida São Tomé e Príncipe a Angola, e liga toda a lusofonia representada sempre nos seus trabalhos. Exemplo disso é “Tray São”, uma mini série formada por um elenco e produção originários dos cinco Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa.

A SANTANO Produções tem como foco a necessidade de trabalhar no imaginário social criado à volta da percepção estereotipada de homens e mulheres negras, como indivíduos e coletivamente. 

Além da mini-série “Tray São”, os produtores afirmam estarem igualmente a trabalhar em lançamentos de documentários e curta-metragens ainda para este ano e deixam em aberto a parceria com outros projetos.

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