PUB
Gson, Wet Bed Gang no Sol da Caparica 2022 | ©BANTUMEN/Olson Ferreira
Gson, Wet Bed Gang no Sol da Caparica 2022 | ©BANTUMEN/Olson Ferreira

Julinho, Virgul, Calema e Wet na abertura do Sol da Caparica

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on telegram
Share on whatsapp
Share on email

O Sol da Caparica é sem dúvida um dos festivais mais esperados do ano em Portugal. Este ano, a acontecer no Parque Urbano da Costa da Caparica entre os dias 11 e 15 de agosto, o evento volta a reunir grandes nomes da música lusófona de diferentes sonoridades.

Para a abertura, os shows musicais foram divididos entre os palcos Super Bock e Free Now, estreados por artistas como Jimmy P e a cantora brasileira Ive Greice – que agitou a plateia do palco Free Now com a sua alegria incontestável e coreografias dos seus dançarinos com o single “Cola na Boca”. 

Ainda no mesmo palco, Julinho não deixou a desejar e levou o público ao rubro com a música “Bandida”, do grupo Instinto26 e que conta com o instrumental de Fumaxa. Com as faixas “Gangsta” e “Vivi Good”, as pessoas na plateia cantaram cada verso de ponta a ponta vibraram com a presença em palco dos inseparáveis membros do seu coletivo. Não podia faltar o hit “Nka Tá Rola”, que chegou numa versão acústica com um cenário de luzes na plateia, tornando o momento mais especial e profundo.

Já no palco Superbock, Virgul conseguiu transmitir uma vibe de calmaria sem deixar de lado o gingado pelo qual é conhecido. “Só Eu Sei” começou a tocar e foi recebida com um karaoke do público sem erros e, a cereja em cima do bolo, Virgul chamou duas dançarinas para dar ainda mais vida à canção que já arrecadou mais de 17 milhões de visualizações no YouTube. “Jala”, faixa tirada do seu álbum, foi igualmente muito bem acolhida pelo público, que com os seus toques de dança acompanharam a coreografia  dos dançarinos. 

Depois, foi a vez dos Calema ocuparem o palco Super Bock com o single “Allez”, com a participação de Cubita, com os presentes a mostrarem porque a dupla é tão querida por essa lusofonia fora.

“Vai”, que não podia deixar de estar no “cardápio”, foi o segundo tema apresentado a entrar em palco, com o anúncio de que o sucesso “A Nossa Vez” atingiu as 100 milhões de visualizações no YouTube, tornando-se no primeiro single PALOP a atingir o marco

O quarteto fantástico da tuga chegou chegando com “Mesa Oito”, seguindo-se “300”, faixa retirada do primeiro álbum Ngana Nzambi. No que toca a apresentações dos Wet Bed Gang, foi mais do mesmo: grande vibe, energia inesgotável e o público a tirar o pé do chão constantemente.

Já no fim, Gson, com as luzes meio apagadas, criou um momento intimista quando chamou a mãe ao palco para cantar uma música dedicada a Rossi. Em seguida, os quatro cantaram “23 de Maio” e o público em uníssono cantou. Chegava, a vez de Zara G, que chamou também a mãe ao palco. Gson chamou ainda em cena a força da V-Block, com aqueles que fazem parte das suas vidas e do bairro. Quando parecia que o concerto estava terminado, eis que os Wet pedem aos rapazes para colocarem as companheiras ou amigas Às cavalitas, como um gesto de cavalheirismo, para que pudessem acompanhar “Devia Ir”, um dos seus maiores sucessos, deixando o público ao rubro.

Subscreve a nossa newsletter e fica a par de tudo em primeira mão!

PUB