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Otra Condena, Ophir e Visões do Império são os grandes vencedores do NOMA

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Otra CondenaOphir e Visões do Império são os grandes vencedores da primeira edição do NOMA AZORES – Festival Internacional de Cinema de Direitos Humanos (Portugal). Ao longo de uma semana foram mais de 800 os espectadores que marcaram presença nas sessões e conversas que decorreram no Teatro Micaelense. Números que, para Paulo Mendes, vereador da cultura da Câmara Municipal de Ponta Delgada, a organizadora do festival, lançam “forte alicerce para a continuidade deste projecto”.

“Ficou claro que existem todas as condições para fazer do NOMA, um evento de referência no plano nacional e no contexto europeu, criando um espaço a partir dos Atlântico de debate e reflexão dos Direitos Humanos”, continua, acrescentando que “através dos 11 filmes exibidos uma reforçamos a consciencialização das pessoas para a problemática dos Direitos Humanos, passamos a mensagem de que Ponta Delgada se preocupa com a humanidade e reafirmamos a nossa convicção em fazer da cultura um meio de transformação para melhorar as nossas sociedades”.

Decido por um júri composto por cinco figuras independentes do cinema e da fotografia e da acção da social, o NOMA entregou o prémio de melhor filme internacional a Otra Condena, de Juan Manuel Repetto, justificando a sua escolha no “retrato honesto e humanizador de uma batalha isolada no campo da acção social; pelo cuidado na exposição de personagens muitas vezes relegadas às margens da sociedade e por nos oferecer soluções de futuro onde uma segunda oportunidade é possível sem a ostracização definitiva de alguns dos seus elementos”. Esta competição contou ainda com uma menção honrosa entregue e Ophir, de Olivier Pollet, filme que arrecadou também o Prémio do Público, obtendo a melhor média de votos entre os espectadores do festival.

No plano nacional, ganha Visões do Império, de Joana Pontes. Um filme que, de acordo com o júri, resgata narrativas ignoradas dos cantos escuros da história e constrói novos olhares sobre arquivos pessoais e nacionais; um trabalho de extrema importância neste período em que movimentos racistas e xenófobos começam a ganhar espaço.

Abaixo, pode ver ou rever a entrevista de Joana Pontes à BANTUMEN, onde a realizadora salienta a importância das investigações sobre o colonialismo terem reflexo efetivo na Educação, para que os manuais escolares passem a reproduzir uma História mais próxima do que aconteceu na realidade.

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