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Katiúscia Yasmira Dias Lopes/ Foto: BANTUMEN
Katiúscia Yasmira Dias Lopes/ Foto: BANTUMEN

Jiu Jitsu: Yasmira Dias é a nova campeã mundial Master 1

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Em abril de 2021, a BANTUMEN entrevistou Yasmira Dias, atleta da academia Brazilian Power Team International, aquando da 12ª edição do Campeonato Mundial de Jiu Jitsu Profissional, em Abu Dhabi nos Emirados Árabes Unidos, onde se consagrou campeã mundial da categoria Master 1, faixa castanha/preta, 95 quilos.

Na altura Yas, como é conhecida no mundo do Jiu Jitsu, tinha acabado de conquistar a faixa preta e disse-nos que faltava apenas alcançar o que sempre sonhou: “ser a melhor faixa preta do mundo”.

É caso para dizer dito e feito. Yasmira Dias é agora  campeã mundial na faixa preta, objetivo que conseguiu cumprir na 13ª edição do Campeonato Mundial de Jiu-Jitsu Profissional de Abu Dhabi (ADWPJJC). Este é o maior e mais prestigiado evento do calendário global da federação, que aconteceu este ano entre os dias 14 a 19 novembro. 

“Ganhei o mundial pela duas vezes no mesmo ano, algo que provavelmente nunca mais irá acontecer. Só existe um mundial por ano e, devido à pandemia, o mundial de 2020 passou para abril de 2021, onde lutei de faixa marron e ganhei, e recebi a faixa preta logo de seguida. Em apenas cinco meses, fui campeã mundial na faixa preta. Sinto-me cada vez mais realizada, e como sempre a ficha ainda não caiu (risos)”, explicou-nos Yas, após a sua chegada a Portugal com o novo título de campeã.

Yas, que é agora tricampeã mundial, está consciente que já ganhou muita coisa, mas ainda não é altura para arrumar o Kimono e deixar de lado o Tatami. O objectivo era ser campeã de tudo, em especial de um mundial em todas as faixas, tendo conseguido esse feito. O foco agora é ser campeã mundial o máximo número de vezes possível. De seguida, a lutadora quer sair da zona de conforto e lutar em países e campeonatos por onde ainda não passou.

Por decisão da federação deste ano, não foi possível os atletas levarem consigo para o pódio a bandeira dos países que representam, o que deixou Yas triste, porque, além de querer mostrar o orgulho que tem em representar o seu país, tem como objectivo levar o Jiu Jitsu para a Guiné-Bissau. “Fiquei um pouco triste sim, pois luto pela Guiné para mostrar que não importa de onde vimos, o que importa é para onde queremos ir. Mas infelizmente este ano a federação não permitiu levar bandeiras”.

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