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MEO Sudoeste 2018: a 22ª edição vai ficar na memória de todos

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Este sábado foi tempo de fazer as malas, desmontar as tendas e regressar a casa, este é o ritual que se faz sempre após um festival onde a música combina com o calor.

É dos festivais mais longos do verão, mas também dos melhores, dizem os campistas que rumaram à Zambujeira do Mar, no concelho de Odemira (Beja), Portugal, desde o dia 5 de agosto para montar as suas tendas e apreciar o calor e as águas do litoral alentejano.

Cada ano que passa, o número de festivaleiros aumenta, e nesta 22ª edição do Meo Sudoeste, a Zambujeira do Mar pareceu pequena quando o número de campistas e apreciadores de música se juntaram numa mescla de idade.

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A Herdade da Casa Branca faz parte da rotina de todos que estão presentes no festival, pois é lá onde libertam todo o cansaço das noites mal dormidas, ressacas e olheiras, a água que percorre a herdade parece purificar e deixa as pessoas prontas para mais um dia de boa vibe e música.

Uma sandes de queijo ou fiambre, uma panela com massa a cozer, outra com salsichas, qualquer refeição rápida é o suficiente para “enganar” o estômago durante algumas horas. Tudo isso para assistirem ao vivo os seus ídolos. O cartaz do festival estava cheio de bons artistas, portugueses e internacionais.

Nomes como Blaya, Putzgrilla, J Balvin, Deejay Telio, Piruka, Phoenix RDC, Mike El Nite, C4 Pedro, Jason Derulo, Papillon, Wiz Kid, MAR, Bispo, entre outros fizeram a delícia dos festivaleiros nos primeiros dias.

C4 Pedro foi um soldado brilhante, com a missão de abrir o palco MEO no segundo dia do festival. O músico, que já está habituado à sua “segunda casa” onde já atuou três vezes, fez com que todos viajassem consigo de Angola a Portugal, onde a banda sonora passava pelas músicas como “Vamos Ficar Por Aqui” ou “Tu És A Mulher” e ainda “Viva La Vida Louca”. Quando menos se esperava, C4 trouxe ao palco um convidado especial, David Carreira, que cantou com o músico o tema “Será Que Posso”, de 2015.


Para restaurar as energias, o ideal foi Wizkid, que cantou temas do seu mais novo trabalho “Sounds From The Other Side”, que tem uma mistura para agradar todos desde afrobeat, r&b, dancehall ao reggae. Temas como “African Bad Gyal”, “Come Closer” com Drake, Daddy Yo”, “Nobody” ou a romântica “Picture Perfect” marcaram a festa celebrada pelo jovem da Nigéria.

Para acabar a noite em grande, ninguém melhor que Wet Bed Gang e Kura, que substituíram Hardwell – após o cancelamento do DJ na Zambujeira do Mar devido a problemas da saúde.

Artista que é artista atua mesmo de braço ao peito, que foi o caso de Jason Derulo que coloriu o segundo dia do Sudoeste. Jason passou a ser conhecido em Portugal após “Swalla” que se tornou num hino internacional. Jason confessou que: “O médico disse que devia estar a descansar, mas tinha que vir a Portugal”, onde foi muito bem recebido.


Já o terceiro dia do MEO Sudoeste foi dedicado ao Hip Hop.

Após as 21 badaladas do relógio, entrou em palco Mundo Segundo e Sam the Kid para dar início a uma noite que tinha tudo para ser recordada. Entre muitos temas que se fizeram ouvir por essa dupla, que faz uma fusão perfeita, os mais pedidos e cantados foram “Brasa”, “Tu Não Sabes” ou “Também Faz Parte”.

No segundo palco, Bispo já se preparava para dar início à missa. Já tinha tudo preparado, as hóstias, os castiçais, os livros e a assembleia tinha acabado de chegar. Começou a homília que se prolongou noite fora com todos a rezarem à sua palavra, sendo ele um dos nomes promissores do hip-hop “tuga”.


As horas avançavam a alta velocidade, mas como um desenho perfeito, Desiigner pintou o quadro e fez parar os olhares e o tempo sobre ele. O autor de um dos maiores hits norte-americanos dos últimos tempos, “Panda”, deu um concerto como só ele sabe dar, cheio de entusiasmo e saltos. Nem os seguranças o conseguiam acompanhar de tão elétrico que o concerto estava a ser.

Directamente de Miami, veio Lil Pump aquecer mais a noite alentejana. Com apenas 17 anos Pump “deu-lhe gás”, um concerto que durou pouco mais que 20 minutos mas que foi de acordo com o expectável dos seus fãs, que estavam à espera dos hits do artistas “Gucci Gang” e “D’Rose” e “Boss”, música em que Lil Pump encorajou os fãs a registarem o momento nas redes sociais.

@lilpump a fazer ver estrelas.🌟 #MEOSUDOESTE #MSW18 #MEOSW

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O último dia para muitos era o mais esperado, contava com actuações de Shaw Mendes e Diogo Piçarra. “Lost in Japan”, “Stiches” e “Bad Reputation” fizeram parte do alinhamento de Shaw e a cada canção, o ânimo do público aumentava e as lágrimas começavam a cair. E Shawn Mendes arriscou e fez uma versão de “Thinkin’ Bout You”, de Frank Ocean, que lhe correu muito bem. Ainda “Youth”, “Mercy”, “Where Were You in the Morning?”, “Fallin’ All in You” e “Never Be Alone”  e “In my Blood” foram cantados e a noite melhorou quando o artista disse em voz bem alta: “São o público que faz mais barulho de todo o mundo. Digo isto do fundo do meu coração”.

Para começar Diogo Piçarra  cantou “Era Uma Vez” e “Já Não Falamos” e ainda “Trevo”, com as Anavitória, “História”, “Até Ao Fim”, com Agir, “Wall of Love” ou “200”. Em palco, Diogo Piçarra chamou Jimmy P para o tema “Entre as Estrelas”.O músico mostrou o porquê de ser um dos artistas nacionais mais bem preparados para espetáculos em festivais.

Para fechar a 22ª edição do MEO Sudoeste, o público contou com Karetus que trouxe uma lista repleta de bons convidados. Bárbara Bandeira, Yuzi, Waze, Deejay Telio & Deedz B, Djodje, Isaura, Pongo, Supa Squad, Sea e Xande ajudaram a fechar da melhor forma possível o festival de 2018.

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