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Altamiro Harilton

Altamiro Harilton, um artista “muito à frente” do seu tempo

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O hustle de Altamiro Harilton não é de agora. Desde tenra idade que está ligado ao mundo das artes mas só em 2013 ingressou na música.

Essa jornada começou quando fez parte do Xadrez Gang e lançou a primeira música de Rap, “Dizem Ter”. Em 2014 começou a ter uma pequena popularidade em Luanda quando entrou no conhecido grupo Black Mafia, com “Tarracho” a tornar-se num hit naquela cidade. Com o grupo, lançou vários singles colectivos e individuais.

Com a dissolução da Black Mafia, em 2016, Harilton acabou por criar o seu próprio espaço e, com metade dos membros do grupo, deu via a um novo coletivo, os Niggas dos Exagero. Ali assumiu o microfone como vocalista principal.

Ainda no mesmo ano, o artista juntou-se ao projeto III Pilares, trabalhando com parceiros como Alvim Praia e Melão Montana. aAssinou com a produtora 2M Produções e juntos lançaram inúmeros projetos que foram bem recebidos pelos amantes de rap em Luanda, como o álbum Txin Txin, a mixtape III Pilares e a primeira mixtape individual Sensei, de 2018.

Com o passar dos anos, tornou-se mais forte nas barras e desenvolveu o seu flow próprio. De 2020 a 2021 lançou várias músicas e agora sente-se mais pronto do que nunca para mostrar o seu verdadeiro potencial. “Muito à Frente” é o nome da nova mixtape, lançada a 17 de feveveiro, num dia especial por ser a data que comemora o seu aniversário.

Este projeto contém 15 faixas musicais e tem a mixagem e master de Capital Muzik, instrumentalização de Paulo Palhares, Júnior no Beat e Rosário Beats e foi gravado na Capital Muzil e na BolterazInTheTrack. Nas participaçoesa listamos Wilca Vicente, Ceezy, MANGÚ, Duplo R, Osvaldo Vara, Luccas Lú, Alvim Praia e Liany Costa.

Numa breve conversa com a BANTUMEN, Harilton dá-nos um lamiré de como foi o processo criativo da mixtape e por que se considera um artista “Muito à Frente” do seu tempo. “Fui vivendo cada momento, cada experiência do que retrata cada faixa, arrisquei bastante trazendo vibes que nem eu pensava fazer um dia”, explicou.

Perguntado dele enquanto artista, sem hesitar, aponta a evolução artística que desenvolveu desde o começo da carreira. Está mais maduro e sente-se “mais descolado e viajado” e por isso mesmo as composições focam-se no real e nas emoções.

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