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Loïc Koutana, o homem estátua que fala de “Jalousie”

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Loïc Koutana, o L’homme Statue, apresenta em “Jalousie” um corpo disposto ao amor livre e que questiona – verso a verso, cena a cena – os obstáculos dessa plena realização. Embalando o mergulho no tempo mítico do tema e de sua ancestralidade, um rap com samplers de violino e batidas abafadas se misturam às imagens solitárias do artista que traz em sua performance o tom dramático e profundo que a música oferece.

A direção audiovisual da obra é assinada por Fred Ouro Preto, em uma continuidade da parceria iniciada com a banda no clipe proposto para “Canto de Sereias”. Dessa vez, figuras sedutoras e iradas são destaque ao referenciar divindades de culturas africanas. Na mensagem exposta, uma celebração às várias possibilidades de se envolver afetivamente, sem amarras e definições. Seguindo essa narrativa, logo na abertura do vídeo um desencontro mostra cenários que revelam solidão e os atravessamentos das paixões que estão sob a luz do ciúme, raiva e quase loucura.

Reafirmando a sua ousadia e versatilidade, Loïc canta em português e francês. Pedro Zopelar – produtor musical do projeto e maior parceiro criativo de Koutana – conta que o single tem um vocal mais falado e cadenciado. “Vale a pena destacar os graves e a introdução com toques de mensagem de celular que dão a entender que a faixa seria um grande desabafo enviado via áudio”.

Em “Jalousie”, clipe e canção se complementam. O diálogo é acentuado quando se pensa na expansão dos limites artísticos desse duo tão criativo que, em cada estreia, entrega um capítulo completamente original.

O cantor, dançarino, modelo, performer e influenciador digital é um imigrante afro-francês nascido em Paris, de família natural do Congo e da Costa do Marfim. Escolheu o Brasil por amor – e é aqui que ele lançou seu primeiro álbum, “SER”, em novembro de 2021, mês da Consciência Negra.

Abrindo portas para o álbum, Statue trouxe a música “Do Not Tell”, faixa eletrônica que flerta com o funk e R&B. Nela, o artista expressa sua frustração com a opinião invasiva e violenta sob o corpo preto, repetindo: “do not tell me what I have to do”. O videoclipe, que envolve captação 3D, é dirigido por Pedro Tejada e Marcello Costa e produzido pela Stink São Paulo. Para os diretores, a técnica casava perfeitamente com a persona do artista: “Loïc sempre se destacou muito nos meios digitais — e usamos isso como base para desenvolver a história do clipe, contada através de instalações e momentos digitais, representando a força do Loïc nas redes versus as lutas que ele enfrenta na vida real”.

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