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Queres investir no imobiliário e não sabes como? O Vita Malonga explica

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Mesmo durante a pandemia, o mercado imobiliário em Portugal contrariou todas as previsões e manteve a tendência de crescimento. De acordo com o Instituto Nacional de Estatísticas, depois de ter registado um aumento na ordem dos 10% no preço do metro quadrado em 2021, o mercado imobiliário em 2022 promete continuar a subir. Um aumento explicado pela subida da procura e pela inflação. Posto isto, para quem tem algumas economias, investir no setor é uma possibilidade óbvia.

Contudo, para quem não tem qualquer experiência no ramo e é avesso à burocracia, dar o primeiro passo pode parecer um bicho de sete cabeças. É aí que entra Vita Malonga, consultor financeiro e investidor imobiliário de quem já falámos aqui algumas vezes.

O jovem Angolano residente em Portugal, que conseguiu “dar saltos no estrato social usando apenas a educação e alavancagem financeira”, lançou agora uma plataforma online onde ensina “passo a passo sobre como investir e ter sucesso no mundo imobiliário”, tal como podemos ler no seu site.

Com módulos totalmente online, vai ser possível aprender em grupo conceitos básicos do mercado imobiliário, o mindset de um investidor, como refinanciar um crédito, como comprar para remodelação e revenda ou para habitação, efetuar permutas, entre outros conceitos.

Vita começou a dar os primeiros passos no setor há praticamente sete anos. “Inicialmente, sempre fiz as coisas apenas para mim e para alguns amigos e agora já me vejo a fazer trabalhos para desconhecidos”, disse-nos.

A maioria das pessoas que recorrem aos seus serviços têm origem nos PALOP e vivem sobretudo no Reino Unido, seguindo-se Luxemburgo, Angola e Portugal. “É notório o aumento do interesse neste ramo nos últimos anos. As pessoas começam a ver as casas como um investimento, uma fonte de rendimento e não apenas com emoções que levavam muitas vezes a erros tremendos na gestão dos mesmos”, afirma Vita.

Foi também graças à pandemia que o investidor viu aumentar o seu volume de trabalho nas questões de mentoria. “Passei a utilizar as redes sociais, principalmente o Instagram, para promover os meus trabalhos e o aumento da procura foi exponencial. Não imaginava que havia tanta gente da comunidade já envolvida ou a querer entrar no negócio das casas. Meço o interesse dos feedbacks que recebo das dinâmicas criadas online, através de sondagens, perguntas e respostas nos lives“, confirma.

Esta nova etapa dos seus serviços é resultado de dois anos de pedidos constantes. “Há alguns anos que tenho mentoria individual para clientes investidores com uma capacidade financeira superior, mas não tinha um serviço que atendesse os clientes que procuravam para uma mentoria com um preço mais acessível para quem está a começar a investir.” Por isso, agora desenvolveu serviços adaptados a quem tem a capacidade de começar a investir pelo menos com a compra de uma casa, tendo como capital mínimo para entrada dez mil euros. “Posteriormente irei criar uma turma para quem tem menos de dez mil com a dinâmica adequada”, avançou.

Sobre as vantagens de participar neste tipo de mentoria em grupo, Vita indica que o principal interesse é o networking que se consegue fazer, entre pessoas com os mesmos interesses, dificuldades e soluções”, criando uma rede de apoio.

A primeira turma arranca já no dia 28 de março, com uma duração de seis semanas, sendo as sessões via Zoom, às segundas-feiras das 19h às 22h.

De sublinhar que, esta mentoria de grupo surge numa altura em que Portugal alterou os prazos de reembolso dos créditos à habitação – com maturidades máximas mais reduzidas, aumentando o impacto no valor das prestações mensais -, que, de acordo com Vita, “não é uma diferença brutal em termos de afetar a taxa de esforço mas é mais um sinal de que, a longo prazo, o acesso ao crédito ficará cada vez mais difícil”.

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