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© Bruno Dinis / BANTUMEN

O Feima Digital, a primeira galeria de arte virtual em Moçambique

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O Feima Digital é a mais nova galeria de arte e loja virtual do universo PALOP. Lançada nesta fase de pandemia, o espaço moçambicano, além de ser uma mostra de arte contemporânea a nível nacional, tem servido de “refúgio” para turistas que não conseguiram visitar a Pérola do Índico nos últimos dois anos.

Artes plásticas, artigos de decoração e moda, esculturas são apenas algumas das mais de 100 peças que podemos encontrar na Feima Digital. Em evidência estão também os materiais utilizados, como madeira de pau preto e sândalo, missangas, latas, entre outros.

As peças em exibição estão disponíveis para venda, a partir de qualquer parte do mundo e o transporte é assegurado pela DHL Express, indica a galeria. “Esta parceria com a DHL permitiu que a nossa loja fosse a primeira loja moçambicana com integração automática com os serviços da DHL Express e dá nos possibilidade de enviar para quase todos os pais de mundo em curto espaço de tempo”, disse Hélio Macarrala, director do projecto

Das peças mais históricas daquele canto do continente africano, a galeria tem em exposição Ujamaa, uma escultura da tribo Makonde e que representa a união, fraternidade e amor de uma família.
A galeria inclui obras do Feima, o famoso mercado de arte no coração de Maputo, e assinou recentemente um acordo de representação com o artista visual Titos Pelembe, cuja coleção A captura do estado, já está disponível.

Por forma a acompanhar a evolução do mercado, a galeria está também a preparar a transformação de diversas peças de arte em NFTs.

O objectivo da galeria é disponibilizar até ao final do presente ano mais de 1000 na sua plataforma. “Com este projecto pretendemos diversificar as fontes de receitas dos artistas parceiros e levar Moçambique a outros patamares no mundo da arte”, sublinhou Macarrala.

“No futuro, as obras que serão compradas na versão NFT também serão enviadas em formato físico, por forma a complementamos toda a experiência dos nossos clientes”, acrescentou o diretor, salientando que o objetivo é “empoderar a comunidade artística do país” e tornar a Feima numa referência africana no mundo da arte”.

Por de trás do projeto está a Hema, uma empresa de capitais moçambicanos jovem com interesses na área de tecnologia, arte, cultura e moda. A empresa foi fundada em 2020 e conta com uma equipa de cinco colaboradores.

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