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Sol da Caparica 2022
T-Rex | 📸: João Moreno

Caparica: Emoção ao rubro com T-Rex, Nelson Freitas e Poesia Acústica

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O terceiro e penúltimo dia d’O Sol da Caparica chegou e, apesar da tristeza de mais um fim de estação, o dia ficou marcado com muitas atrações e surpresas para os amantes da boa música e não só.

Nelson Freitas chegou ao festival e, antes de pisar o Palco Super Bock, a plateia já gritava o nome do artista. Depois de dois anos em confinamento, devido à pandemia, o artista fez questão de agradecer a presença do público que neste espetáculo foi agraciado com grandes hits como “Ela é”, “Plena”, “Bo Tem Mel” e “Nha Baby”, entre outros que foram cantados do início ao fim em uníssono. O público, se parecia estar em baixo de forma depois de três dias passados de festival, recarregou a bateria com a energia do artista cabo-verdiano, que fez questão de descer do palco para um contacto mais próximo.

“Nha terra”, que foi uma das mais cantadas nesse anoitecer de domingo, foi recebido com palmas que acompanhavam o ritmo da banda sonora do intérprete. O espetáculo terminou com uma foto especial do artista com o público e a seguinte mensagem: “Quero mostrar ao meu pai e à minha mãe que Portugal me conhece”.

Poesia Acústica, que também foi um dos mais esperados da noite, chegou em grande ao Palco Free Now com o hit “Era Uma Vez”, a mais conhecida e sexta parte da saga.

O público que esperava ansiosamente pela revelação dos nomes que subiriam ao palco, foram surpreendidos com a presença de Chris Mc, Bob do Contra, Ducon Real, DK47 e Budah.

Inesperadamente, o grupo foi obrigado a parar várias vezes a apresentação pela preocupação com quem acabou por ter de ser assistido devido a desidratação. A emoção acumulada ao sufoco pela enchente de pessoas acabou por resultar em alguns desmaios, com as pessoas a serem prontamente socorridas pelo serviço de emergência médica. Contudo, o balanço do concerto foi positivo. “A gente fez um outro show internacional em 2020 nos Estados Unidos, foi maravilhoso lá, mas cantar para gente que ama e que entende tudo que a gente está falando, num país irmão como Portugal, é diferente”, revelou Bob Do Contra a António Costa, produtor de conteúdos da BANTUMEN.

Foi a vez de Toy Toy T-Rex pisar pela primeira vez O Sol da Caparica, recebido por um público que o esperava fervorosamente. Horas antes da grande entrada de Daniel Benjamim, o artista chegou às tendências do Twitter em Portugal, justamente por ser um dos nomes mais esperados desta noite que reuniu um público que veio de várias zonas da área metropolitana de Lisboa. Apesar de não ser necessário, Rex fez questão de apresentar-se ao público, a anteceder a performance de “Ar”. Antes de entrar “Distância”, ouvia-se a plateia gritar a plenos pulmões “T-Rex”. Seguiu-se “Volta” em jeito de karaoke com o público, “Feeling” e “Lado Nenhum” com moshpits à mistura. Como não podia deixar de acontecer, Toy fez questão de chamar os companheiros da Mafia 73 para apresentar “Nuvem”. “É Assim” foi uma das últimas faixas e antecedeu a “Tempo”, com a plateia a iluminar o cenário com os flashes dos telemóveis.

Para fechar, sem hesitar, Rex “atirou” o “Anti-Antes” que foi recebido de uma forma que o artista não estava nada à espera. “Virei-me de costas para o público e assim que voltei para trás disse ‘WTF’!?, não era isso, eu estava a prever qualquer coisa, mas não era aquilo”, disse surpreso. Foi o single que deixou quase todos sem ar. Fim anunciado e, claro, a audiência pediu por mais. Rex voltou e com Vava, o DJ, para interpretar “Tinoni”, outro hit. Em entrevista à BANTUMEN, Toy Toy revelou que não estava planeado mas que sim foi o pedido do grande público que o convenceu a dar este grande presente. “Para mim está a ser a primeira vez em todos os festivais, então é sempre aquele feeling de gratidão máximo e de sentir-me concretizado”, revelou.

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