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©Afriart Gallery
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5ª edição da ARCOlisboa com “África em Foco”

Dois anos depois do último encontro presencial, a capital portuguesa volta a receber a ARCOlisboa e, desta vez, com África em Foco.

Pela mão de Paula Nascimento, nove galerias africanas vão expor naquele que, de 19 a 22 de maio, será o centro da arte contemporânea na Europa. Com a atenção virada para a investigação da arte contemporânea do continente africano, vão marcar presença galerias de Uganda -Afriart-, Moçambique -Arte De Gema-, África do Sul -Everard Read e Smac Gallery-, Angola –Movart e This Is Not A White Cube-, assim como de França -31 Project e 193 Gallery – e Portugal – .insofar-, com stands individuais intercalados ao longo da feira.

A ARCOlisboa, a acontecer na Cordoaria Nacional, vai assim ser o palco da cena artística contemporânea no país, num diálogo entre a arte europeia e africana. Ao todo serão 65 galerias de 14 países, das quais 43 integram o Programa Geral, 13 integram a curadoria Opening Lisboa e 9 integram a secção África em Foco.

No seu quinto aniversário, a feira evolui nos conteúdos dos stands, contribuindo para que as galerias desenvolvam projetos mais específicos e possam aprofundar o diálogo entre artistas.

Por outro lado, a Feira concentra-se em quatro días, de forma a reforçar a visibilidade do programa expositivo dos museus e instituições da cidade, destacando-se este ano um dia de visita à região do Porto, que contará com passagem por Serralves e pelo Centro de Arte Oliva.

Ao melhor stand de cada espaço expositivo vai ainda ser atraibuído o Prémio Opening Lisboa. O júri é composto por Aaron Cezar, Elise Lammer; Direlia Lazo; Marta Mestre; Bernardo Mosqueira; João Mourão; Florença Ostende; Agustín Pérez Rubio e Claudia Segura.

Com os dois primeiros dias reservados para colecionadores e profissionais e os dois últimos abertos para o público em geral, o evento vai ainda apresentar o tradicional programa de debates e reflexão, através do Millennium Art Talks, organizado pela EGEAC e com curadoria de Filipa Oliveira.

As práticas institucionais mais avançadas e a própria prática dos artistas serão os principais eixos discursivos de um conjunto de sessões em que serão analisadas as questões do presente imediato, como a relação entre NFTs e arte.

O preço geral da entrada será de 15 euros e de 5 euros para estudantes. No sábado dia 21, a partir das 17h, o acesso será gratuito para os jovens entre os 18 e os 25 anos.

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