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Os artigos mais clicados da semana | 5 a 11 de fev

A moda foi o assunto mais clicado da semana na BANTUMEN, com Bráulio Pitra, luso-angolano a viver em Inglaterra, que venceu o Northern Fashion Week Awards, em Manchester. Seguiu-se Pérola com o lançamento do videoclipe de “Fénix”; as entrevistas aos rappers angolanos YANKEMA e Shalom Beatz e ao moçambicano Khronic.

Bráulio Pitra vence prémio de moda em Inglaterra

Das múltiplas linguagens artísticas desempenhadas pelo luso-angolano Bráulio Pitra, de 26 anos, estão a música, a dança, o design gráfico e a moda. Vencedor do Northern Fashion Week Awards 2022, em Manchester, o artista foi destaque na categoria Fashion Menswear com a coleção masculina de streetwear assinada pela marca OS VMC – VICTORY MOB CREW, coletivo fundado em 2014 pelo próprio Pitra e pelo músico e produtor Emanuel Carvalho.

“‘Sincera’ É O Álbum Em Que Dei Tudo De Mim”, Pérola

A cantora angolana mais seguida no Instagram está de volta. Pérola acaba de lançar o clipe de “Fénix”, que já está disponível no YouTube.

“Fénix” é a primeira faixa do novo álbum, Sincera, e a quarta a ganhar um videoclipe. A letra fala-nos de renascimento e reconstrução depois de passar por uma relação turbulenta.

O clipe foi gravado em Portugal e nas imagens Pérola encarna o personagem que vai narrando a sua própria história, enquanto interage com algumas figuras populares, como Yolanda Tati e Rita Pereira, que fazem o papel de amigas da cantora.

YANKEMA, renasce de Keanumagalhaes e com ambições maiores

Keanu Magalhães, ou simplesmente YANKEMA, nasceu em Luanda e é um filho legítimo do Maculusso (bairro da cidade de Luanda). Em entrevista à BANTUMEN, o rapper esclarece que não houve ruptura introspetiva para que então renascesse, houve sim um crescimento.

“Keanu Magalhães foi uma fase da minha carreira em que estava a descobrir-me musicalmente”, disse. Porém, apesar de em nenhum momento deixar de parte a importância que a fase de descobrimento teve na formação do artista que é hoje, YANKEMA admite que o “velho” Keanu carregava consigo muitos receios que tinha como artista, entre eles o de ser ele mesmo.

Shalom Beatz, O Sucesso De Um Produtor Moçambicano Em Angola

Em hebraico, Shalom significa paz, integridade, prosperidade, bem-estar e tranquilidade, mas no mundo da música urbana, Shalom Beatz é sinónimo de desarranjo, no bom sentido, claro. O produtor, beatmaker e compositor de origem moçambicana está a desarrumar as cadências sonoras de estilos tão diferentes quanto o trap, kizomba, ghetto zouk ou tarraxinha.

A aventura deste moçambicano em Angola começou quando os pais, pastores, mudaram-se para o país da Palanca Negra Gigante em missão, em 2012. A música entra na sua vida quando, numa festa de família, um primo mostrou-lhe um aplicativo de smartphone de produção de instrumentais. “O primeiro dia que eu produzi o meu primeiro instrumental foi num telefone. E foi [um beat] de trap. Lembro bem desse dia. Estava numa banca, numa festa de família, e o meu primo ensinou-me a produzir no aplicativo. Fiz algo bonito, então instalei no telemóvel e fui praticando”, disse Shalom Beatz.

Khronic Está Prestes A Lançar “Linha Do Tempo”

Khronic, nome cravejado na ascensão do movimento hip hop moçambicano, tem estado nas bocas do povo desde que lançou “Zero Ego” (2021), com os portugueses Fuse e Mundo Segundo, e “Dar as Mãos”, com o ícone guineense Mikas Cabral, no fim de 2022.

Apesar da pouca atenção que o mercado lusófono recebe da indústria da música moçambicana – fundamentado pela facilidade de acesso ao mercado sul-africano – parece haver nos últimos anos uma certa viragem na abordagem, com boa parte dos artistas e profissionais do meio a estreitar relações nos territórios onde o Português é língua oficial.

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